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Entrevista com Leandro Piccoli na Revista Bons Fluidos

O valor do elogio

Dizer coisas boas a respeito do próximo faz bem para quem fala e para quem escuta. Aprenda a trazer essa prática para o seu dia a dia – sem deixar que isso se transforme apenas em mera bajulação I por Leonardo Vinhas e Veridiana Mercatelli

 

“Gostei da sua roupa”, “Aquela sua ideia foi o que fez a diferença”, “Você está com uma cara ótima”. Palavras elogiosas, como essas, costumam soar bem aos ouvidos. Gostamos de ser reconhecidos e valorizados.

 

E isso não é apenas emocional, mas também fisiológico. “Quando elogiados, temos uma reação física prazerosa, mediada pela liberação de neurotransmissores em regiões específicas do sistema nervoso central. Isso aumenta as chances de repetirmos a ação que nos levou a receber o elogio”, explica Henrique Bottura, psiquiatra da Clínica Psiquiatria Paulista e do Hospital das Clínicas de São Paulo.

 

O ato de elogiar não é uma prática humana natural – ao menos não no sentido de que é natural procurar alimento, comunicar-se e dormir. É uma habilidade cultural e, portanto, pode e precisa ser desenvolvida. “O elogio pode ser entendido como uma manifestação de um indivíduo qualificando algo em outro”, resume Bottura. “No entanto, é também um sinalizador que nos ajuda a atender a uma necessidade primordial: a necessidade de pertencer. Os elogios e as críticas nos ajudam a compreender se estamos no caminho certo para pertencer a algum sistema ou grupo”, completa.

 

Assim, é natural que esperemos receber elogios das pessoas que nos cercam. Mas será que estamos dispostos a elogiar na mesma medida? Ou sabemos receber um elogio sem sermos acometidos de vergonha, desconfiança ou empolgação excessiva?

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